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Banco Nossa Caixa

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O Banco Nossa Caixa é um banco múltiplo que oferece uma variada gama de produtos e serviços financeiros, incluindo operações de crédito (pessoa física, pessoa jurídica e financiamentos imobiliários e rurais), cartões de crédito, seguros e previdência privada, negócios internacionais (tais como operações de câmbio e de financiamento ao comércio exterior), administração de recursos de terceiros e operações de tesouraria. Além disso, o Banco Nossa Caixa é agente financeiro exclusivo do Estado de São Paulo para administrar os recursos do Estado, promover repasses aos seus municípios e efetuar pagamentos a fornecedores e funcionários públicos aposentados e, além disso, realiza os pagamentos de despesas, obrigações ou responsabilidades de qualquer natureza, inclusive os decorrentes de decisões judiciais, de serviços da dívida pública ou de transferências processados pelas unidades e instituições que integram a administração direta do Estado de São Paulo.

O Banco Nossa Caixa está entre as maiores instituições financeiras do país. Como único banco público do Estado de São Paulo, a responsabilidade da Nossa Caixa é ainda maior. O trabalho contínuo e integrado entre diretoria e seus funcionários conduz a um mesmo objetivo: qualidade, competência e transparência, visando cumprir a missão de excelência no atendimento e contribuir para o desenvolvimento social e econômico do Estado, permitindo o acesso de toda a população aos serviços e produtos bancários.

Índice de conteúdo

Informações gerais

Identificação Características
Razão Social Banco Nossa Caixa S.A. Tipo de Empresa Instituição Financeira
Número 151 Natureza do Controle Acionário Público
CNPJ 43.073.394/0001-10 Atividade Principal Bancária - Banco Múltiplo
Código CVM 19828 Listagem em Bolsa de Valores
NIRE 35300029186 Brasil - BOVESPA BNCA3
SWIFT NCXXBRSP Relação com o Investidor ri@nossacaixa.com.br
Endereço R. XV de Novembro, 111 - Centro - São Paulo - SP Website www.nossacaixa.com.br

Informações financeiras

Nesta seção estão contidos os principais indicadores e informações financeiras relacionados à performance do Banco Nossa Caixa S.A.

Indicadores 2007 2006 2005 2004 2003
ROAE (%) 11,0 17,8 33,7 18,2 27,6
ROAA (%) 0,7 1,2 2,4 1,2 1,7
Índice de Eficiência (%) 63,6 56,0 49,7 60,6 56,9
Índice de Basiléia (%) 15,8 23,4 24,3 28,9 28,7
Margem Financeira (%) 8,8 10,5 12,5 9,8 10,9
Lucro por ação 2,83 4,24 7,15 10,06 12,59
Resultado R$(mil) 2007 2006 2005 2004 2003
Resultado da intermediação financeira antes da provisão 3.562.355 3.633.579 3.741.280 2.689.855 2.686.432
Provisão para crédito de liquidação duvidosa (624.829) (689.066) (490.706) (328.724) (234.539)
Receitas de prestação de serviços 887.932 655.057 474.870 436.823 322.559
Despesas de pessoal e administrativas 2.482.764 2.259.702 1.998.434 1.848.310 1.541.970
Resultado Operacional 142.449 831.161 1.305.044 690.524 872.118
Lucro Líquido 303.127 453.472 765.569 358.840 449.342
Balanço Patrimonial R$(mil) 2007 2006 2005 2004 2003
Títulos e Valores Mobiliários 27.506.078 25.378.262 20.937.118 21.190.478 17.708.714
Operações de Crédito 8.738.411 7.166.642 6.103.002 4.871.940 3.820.962
Ativos Totais 47.430.638 39.307.649 33.401.894 31.254.507 27.537.704
Depósitos Totais 32.374.105 27.551.208 24.669.928 26.679.717 23.566.666
Patrimônio Líquido 2.765.660 2.598.951 2.298.707 2.163.340 1.823.642

Relatórios e Demonstrações Financeiras

Relatórios Anuais

2008 2007 2006 2005 2004 2003
Arquivo PDF Arquivo PDF Arquivo PDF Arquivo PDF Arquivo PDF Arquivo PDF

Relatórios Semestrais

Os relatórios semestrais referem-se aos resultados financeiros do primeiro semestre de cada ano.

2008 2007 2006 2005 2004
Arquivo PDF Arquivo PDF Arquivo PDF Arquivo PDF Arquivo PDF

Relatórios Trimestrais

2008 2007 2006 2005
1°Trimestre 1°Trimestre 1°Trimestre Não há
2°Trimestre 2°Trimestre 2°Trimestre Não há
3°Trimestre 3°Trimestre 3°Trimestre 3°Trimestre
4°Trimestre 4°Trimestre 4°Trimestre 4°Trimestre

Demonstrativos Financeiros

2008 2007 2006 2005 2004 2003
Arquivo PDF Arquivo PDF Arquivo PDF Arquivo PDF Arquivo PDF Arquivo PDF

Estrutura Acionária

O capital do Banco Nossa Caixa S.A. é composto exclusivamente por ações ordinárias, distribuídas da seguinte forma.

Acionistas Ações  %
Estado de São Paulo 76.262.912 71,25
Ações em circulação 30.772.825 28,75
Total 107.035.737 100,00

(Última atualização: 15/02/2008 - Fonte Nossa Caixa)

JCP (Juros sobre o Capital Próprio) e Dividendos

De acordo com o Estatuto Social do Banco Nossa Caixa S.A., o montante mínimo de Dividendos e/ou Juros sobre o Capital Próprio a ser distribuído em cada exercício é de 25% do lucro líquido ajustado. Em reunião do Conselho de Administração em 26/07/2007, ficou autorizado o pagamento de juros sobre o capital próprio e/ou dividendos em bases trimestrais e o montante a ser distribuído em cada exercício de 35% do lucro líquido ajustado. Esta seção disponibiliza o histórico de pagamentos de dividendos e juros sobre o capital próprio efetuados pelo Banco Nossa Caixa, desde que se tornou uma companhia aberta.

Competência Exercício 2008

Data de pagamento Provento Valor do provento por ação Montante do provento (R$ mil)
15/07/2008 juros sobre o capital próprio 0,643340 68.860
15/04/2008 juros sobre o capital próprio 0,084883 9.086

Competência Exercício 2007

Data de pagamento Provento Valor do provento por ação Montante do provento (R$ mil)
29/02/2008 dividendos 0,016316 1.746
15/01/2008 juros sobre o capital próprio 0,001455 156
15/01/2008 dividendos 0,071744 7.679
15/10/2007 juros sobre o capital próprio 0,093024 9.957
15/10/2007 dividendos 0,093828 10.043
03/08/2007 juros sobre o capital próprio 0,698259 74.739

Competência Exercício 2006

Data de pagamento Provento Valor do provento por ação Montante do provento (R$ mil)
02/02/2007 juros sobre o capital próprio 0,741114 79.326
04/08/2006 juros sobre o capital próprio 0,855445 91.563

Competência Exercício 2005

Data de pagamento Provento Valor do provento por ação Montante do provento (R$ mil)
17/04/2006 dividendos 0,680005 144.000
01/02/2006 juros sobre o capital próprio 1,34534506 72.785

História

Introdução

São Paulo, 1917. A economia cafeeira sofre com o corte quase total das exportações para a Europa, principal mercado do País, em função da I Guerra Mundial (1914-1918). A recessão provocada pelo conflito ajuda a agitar ainda mais os cenários social, político e, sobretudo, econômico. A instabilidade econômica faz com que os gastos da população sejam efetuados com parcimônia. A prioridade passa a ser a formação de pecúlios. O momento era ideal para a criação das caixas econômicas paulistas, uma iniciativa que não obteve sucesso em governos anteriores. Em 1892, no governo de Bernardino de Campos, a Lei nº 117, de 1º de outubro, autorizou a fundação de Caixas Econômicas no Estado de São Paulo. No entanto, por ser considerada anacrônica, foi posteriormente revogada pela Assembléia Legislativa. Em 30 de dezembro de 1916, o então presidente do Estado de São Paulo, Altino Arantes, promulgou a Lei nº 1.544, do Congresso Legislativo, criando as Caixas Econômicas na Capital, Santos, Campinas e Ribeirão Preto. Elas foram destinadas a receber pequenos depósitos e estimular a formação de pecúlios populares. O Decreto nº 2.765, de 19 de janeiro de 1917, regulamentou a lei. No dia 22 de março de 1917, a Caixa Econômica do Estado, na Capital, iniciava suas atividades com um depósito no valor de um conto de réis, efetuado pelo estudante Paulo Francisco de Andrade Arantes, de 15 anos, natural de Batatais, filho do Presidente do Estado Altino Arantes.

Caixas Autônomas e Anexas

Em 1951, as Caixas Econômicas funcionavam como estabelecimentos autônomos geridos por um Conselho Administrativo local (composto por um presidente e quatro membros nomeados pelo presidente do Estado), subordinado diretamente à Secretaria da Fazenda. A legislação também autorizou a criação de uma Caixa Econômica em cada cidade do Estado, anexa à Coletoria de Rendas estaduais e administrada pelo respectivo coletor. Em agosto de 1951, a Lei nº 1.164 reuniu todas as Caixas Econômicas, autônomas e anexas, em uma única entidade autárquica, denominada Caixa Econômica do Estado de São Paulo. A sua regulamentação foi efetivada pelo Decreto nº 20.904, de 31 de outubro de 1951, subordinada à Secretaria da Fazenda. Naquela época, o governador, professor Lucas Nogueira Garcez, nomeou o 1º Conselho Administrativo, sob a presidência de José Diogo Bastos. A Caixa funcionava próximo ao Pátio do Colégio, no prédio antes ocupado pela Secretaria da Fazenda.

Sociedade Anônima e Banco Múltiplo

Período entre 1971-1990. A transformação da Caixa Econômica do Estado de São Paulo em sociedade anônima foi autorizada pela Lei nº 10.430, de 16 de dezembro de 1971. Quase duas décadas depois, a instituição demandou uma nova reorganização estatutária. A transformação da Caixa Econômica do Estado de São Paulo S.A. em banco múltiplo teve como objetivo propiciar maior agilidade, lucro e poder de competição à instituição, fatores essenciais ao cumprimento de suas metas. Também visou ampliar a oferta de produtos e serviços para melhor atender aos clientes. Assim, passou a atuar nas carteiras comercial e de crédito imobiliário. A mudança foi deliberada em Assembléia Geral Extraordinária no dia 28 de dezembro de 1989. No dia 6 de março de 1990, a Caixa Econômica do Estado de São Paulo S.A. era oficialmente transformada em banco múltiplo, com a denominação Nossa Caixa-Nosso Banco S.A. A participação do banco no Sistema Financeiro Nacional equiparou-se às demais empresas bancárias, contando com grande variedade de produtos: caderneta de poupança, depósitos a prazo, open e over, créditos pessoal, rural e habitacional, descontos de duplicatas, serviço de cobrança, seguros e loteria instantânea, entre outros.

Novos Desafios

Com o Plano Real, instituído em julho de 1994, os bancos perderam importante fonte de renda, deixando de girar grande volume de rendimentos financeiros. O governo estadual eleito, que assumiu no início de 1995, fixou novas diretrizes para a instituição, por meio de um adequado plano estratégico. As diretrizes básicas foram a retomada de crescimento, a recuperação da instituição e sua estabilidade, a necessidade de transformar a imagem do banco frente a seus clientes e a atualização da tecnologia bancária. O planejamento estratégico que envolveu a reestruturação e modernização do banco exigiu a adequação da razão social, de forma que agregasse conceitos de agilidade e modernidade, características de instituições fortes, arrojadas, atuantes e ligadas ao futuro. Esse perfil, aliado à necessidade de manter a identidade pela qual a instituição já era amplamente conhecida, resultou na nova denominação, implantada em fevereiro de 2001: Banco Nossa Caixa S.A.

Reestruturação Organizacional

Período entre 2001-2005. A Nossa Caixa precisava voltar para o mercado e retomar sua finalidade como instituição financeira: intermediar operações, captar recursos junto ao público e aplicá-los na produção e financiamentos. Por outro lado, como banco público, havia a necessidade de manter o papel de agente financeiro do Estado - efetuar o pagamento das empresas estatais, administrar os fundos do Estado e a conta do Tesouro paulista, aplicar recursos nas áreas agrícola e pecuária e efetuar o pagamento dos funcionários públicos. Em 2001, a Assembléia Legislativa aprovou a alienação de até 49% do capital do banco e a criação de sete subsidiárias.

Adequação da Rede Organizacional

Em virtude da reorganização administrativa, expansão e modernização do banco e conseqüente recuperação do prestígio junto ao mercado financeiro, a Nossa Caixa buscou executar outro projeto: a valorização de sua rede de negócios. Após criteriosas pesquisas de localização, viabilidade técnica e mercadológica, novas agências foram instaladas. Uma reavaliação dos imóveis foi efetuada, reformulando e modernizando, transformando-as em unidades de negócios.

Outros Estados

Na estratégia de conquista de novos mercados, em fevereiro de 2001, a Nossa Caixa inaugurou sua primeira unidade fora do Estado de São Paulo, no município de Uberlândia (Minas Gerais). E, dando continuidade do processo de expansão para outros Estados, implantou unidades nas cidades de Londrina, Belo Horizonte, Curitiba, Campo Grande e Rio de Janeiro, abertas em julho deste mesmo ano. E, por último, foi inaugurada a agência em Brasília.

Uma História de Sucesso

Hoje, a Nossa Caixa está entre as maiores instituições financeiras do país, atuando basicamente no estado de São Paulo. Esta é a realidade de uma instituição que está entre os maiores bancos do Brasil, o que significa estar disputando o mercado em igualdade de condições com as maiores instituições financeiras. É assim que se conta a história de um banco, reconhecido pela qualidade de seu atendimento e pelo portfólio de serviços e produtos de qualidade. Como único banco público do Estado de São Paulo, a responsabilidade da Nossa Caixa é ainda maior. O trabalho contínuo e integrado entre diretoria e seus funcionários conduz a um mesmo objetivo: qualidade, competência e transparência. O objetivo é cumprir a missão de excelência no atendimento e contribuir para o desenvolvimento social e econômico do Estado, permitindo o acesso de toda a população aos serviços e produtos bancários.

Fatos Relevantes

Data Fato
21/05/2008 Início de estudos para incorporação do Banco Nossa Caixa pelo Banco do Brasil
27/07/2007 Ativação do crédito tributário e alteração da periodicidade de pagamento de juros/dividendos
27/03/2007 Contrato de serviços relacionados à Folha de Pagamento dos Servidores Estaduais
04/10/2006 Cancelamento de Oferta Pública de Ações
25/08/2006 Requerimento de registro na CVM de oferta pública de distribuição secundária de ações
26/05/2006 Decisão de revogar o processo de alienação do controle acionário da Nossa Caixa Capitalização S.A.
23/03/2006 Reorganização Societária Nossa Caixa Capitalização S.A.
22/02/2006 Retificação do Edital de Venda do Controle Acionário da Nossa Caixa Capitalização S.A.
22/02/2006 Retificação do Edital de Venda do Controle Acionário da Nossa Caixa Capitalização S.A.
21/02/2006 Edital de venda do controle acionário da Nossa Caixa Capitalização

Ligações externas

Fontes


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